Luz, câmera, oração! New York Times faz reportagem sobre a produção de vídeos da Igreja.

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O jornal americano New York Times fez uma extensa reportagem sobre os estúdios da Igreja em Utah e a produção de vídeos com qualidade comparável à dos estúdios de Hollywood.

O texto afirma que, para os quase sete milhões de Santos dos Últimos Dias que moram nos Estados Unidos, a produção dos filmes é também uma maneira de reforçar os valores conservadores ausentes em grande parte do entretenimento popular. Nas produções da Igreja, figuras proeminentes da Igreja ou personagens das escrituras são retratados sem a zombaria a que frequentemente estão sujeitos em produções de estúdios comerciais. E não há filmes proibidos para menores.

Com 158 funcionários em período integral, além de mais de 200 estudantes que trabalham em período parcial e um pequeno exército de freelancers que operam em praticamente todas as áreas, a BYU Broadcasting, proprietária da BYUTV, está produzindo este ano 25 programas, incluindo filmes de TV, séries, reality shows, conteúdo religioso e um programa de culinária. “O objetivo de todas as nossas produções é criar mensagens que convidam todos os filhos de Deus a seguir Jesus Cristo”, disse Scott Smiley, diretor de cinema e vídeo da Igreja. “Isso vai dos vídeos de manutenção do estacionamento até os vídeos da Bíblia e do Livro de Mórmon.” “Realmente”, acrescentou, “isso significa agir como ele agiu.”

Randy Astle, autor de “Cinema Mórmon: Origens de 1952”, disse que o primeiro vídeo patrocinado pela Igreja era um filme mudo chamado “Cem Anos de Mormonismo”, feito em 1913, e que o esforço continua desde 1953. Agora, filmes e vídeos são parte regular das aulas de atividades religiosas e culturais. “A Igreja também se posiciona como uma alternativa a Hollywood”, disse ele. Ao oferecer seu próprio conteúdo e afastar os membros do que considera conteúdo problemático, está dizendo aos seguidores: “Você precisa procurar esse bom conteúdo moral”, acrescentou.

A produção técnica é impressionante, mas no set de filmagem, fica claro que não é Hollywood. Para começar todos os dias de filmagem, o elenco e a equipe se reúnem e oram. Quase todas as pessoas em uma produção da Igreja – atores, diretores, carpinteiros, supervisores de roteiro, são Santos dos Últimos Dias que portam recomendação para o templo. Exceções podem ser feitas se uma especialidade específica precisar ser preenchida. Há um senso compartilhado de missão e propósito. Não há café ou chá. E não há estrelismo.

Fonte: Church News

Antonio Carlos Lima

Antonio Carlos Lima é um membro da Igreja há 35 anos. Mora em Aracaju/SE. Serviu na Missão Brasil Brasília, de 1991 a 1993. É casado, pai e avô.

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