“Por seus frutos os conhecereis”: como discernir boas mídias das ruins

No Novo Testamento, Jesus ensina:

“Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. E assim, pelos seus frutos os conhecereis”. (Mateus 7:16-17, 20).

Ao examinar o fruto, podemos discernir se a árvore é boa ou má. Isso pode ser aplicado a todos os aspectos da nossa vida, incluindo o nosso consumo de mídia, a que informações damos atenção e em que vozes confiamos.

Quando somos apresentados a informações, podemos considerar o fruto e perguntar a nós mesmos: Qual é o propósito desta informação? O que está tentando me convencer a fazer ou pensar? Isso provoca medo? Isso mexe com raiva? Procura soluções, o u causa divisão e discórdia? Inspira-me a agir de forma positiva e construtiva? A sutilmente semear sementes de ódio ou desconfiança dos outros?

Os dois grandes mandamentos são amar a Deus e amar o nosso próximo (Mateus 22:36-40). Ao longo de seu ministério, Jesus ensinou que amar nosso próximo não significa que nós só amamos aqueles que pensam como nós, agem como nós, se parecem conosco ou vivem conosco. A parábola do bom samaritano demonstra claramente que amar nosso próximo significa especialmente amar aqueles que são diferentes de nós e que podem até ser considerados nossos inimigos.

Tendo isso em mente, reconheçamos que todas as mensagens que promovem a desconfiança, a suspeita, o medo ou o ódio de qualquer grupo de pessoas – sejam pessoas de uma certa religião, nacionalidade, raça, partido político ou qualquer outra população de filhos de Deus – não são bons frutos. Assim, que possamos discernir que qualquer fonte de tal mensagem não é boa e não é de Deus.

Ele nos deu o que precisamos para percorrer o nosso caminho pelo barulho e pela confusão do mundo que nos rodeia. Ao considerarmos o fruto, podemos discernir entre o bem e o mal. Com algum esforço da nossa parte, podemos reconhecer as ervas daninhas tóxicas que sufocarão o que é bom, e se recusam a dar-lhes espaço para crescer nos jardins de nossa mente e nosso coração.

Fonte: LDSMag

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