3 lições retiradas das aparições do Salvador após a sua morte

Jesus fez inúmeras visitas aos seus seguidores, tanto para multidões como para indivíduos, após a sua ressurreição. Ao examinarmos essas visitas aprendemos:

1) Que as pessoas mais próximas a Ele não compreenderam os Seus ensinamentos sobre a Sua morte;

2) Que cada uma das aparições a essas pessoas mais próximas foram personalizadas; e

3) Que Suas precauções, bênçãos e instruções para as primeiras testemunhas se tornaram um manual para liderar o Reino de Deus na terra em Sua ausência.

Aqui estão três de várias lições que aprendemos ao examinar as aparições de Jesus Cristo aos seus seguidores após a Sua ressurreição:

1 Jesus Cristo demonstrou que voltará para amar e reivindicar cada um de nós.

Os evangelhos relatam que as pessoas mais próximas a Ele não entendiam os Seus ensinamentos sobre a Sua morte. Seu contexto cultural turvava a lente através da qual eles viam a missão de Jesus. Lembre-se da famosa negação de Pedro enquanto os discípulos caminhavam em direção a Cesareia  de Filipei. Pedro pegou Jesus “pelo braço e começou a repreendê-lo” depois de Jesus ter “claramente” ensinado-lhes que Ele sofreria, seria morto e depois ressuscitaria ao terceiro dia. “De modo nenhum te aconteça isso”, disse Pedro. (Mateus 16:21-23). O evangelho de Lucas registra que, enquanto seguiam o seu caminho para a última Páscoa, Jesus disse-lhes novamente o que aconteceria. Então ele escreve: “E eles nada dessas coisas entendiam, e esta palavra lhes era encoberta; e não entendiam o que se lhes dizia”. (Lucas 18:34).

Assim, eles ficaram amargamente desapontados quando tudo realmente aconteceu. Até mesmo aqueles que eram mais próximos a Jesus vacilaram na fé. Seu coração estava cheio de dúvida (Lucas 24:38).

No entanto, quando Ele voltou, eles viram que sua fé e compaixão por eles nunca tinha diminuído, apesar das infidelidades espirituais de alguns. Por exemplo, João registra que quando Ele chamou de madrugada os discípulos desanimados da costa da Galileia, Pedro, o negador, pulou na água para nadar até a costa. Jesus comeu com eles e deixou três vezes a instrução de para apascentar Seus “cordeiros” (João 21:1-14). Jesus jamais teria feito compromisso com Pedro e os outros para liderar com autoridade sem primeiro assegurar a eles que eram amados e que haviam sido perdoados. A lição: a visão dos discípulos de Jesus como Messias — e a nossa — pode ser mascarada pela falta de conhecimento, tempo ou pela turbulência espiritual que tais coisas provocam— ou das nossas convicções mais privadas. No entanto, por causa de seu exemplo, sabemos que o Cristo ressurreto voltará para amar e reivindicar cada um, inclusive nós.

2. Cada uma das aparições às pessoas mais próximas a Ele foi personalizada.

Isto é, vimos que Ele costurou cada um às necessidades daqueles homens e mulheres que se tornaram Suas testemunhas. Ele ofereceu consolo, perdoou, advertiu e qualificou cada um deles para as tarefas que desempenhariam. Observemos os dois discípulos na estrada para Emaús que se identificaram com pesar com o estranho na esperança de que Ele fosse o verdadeiro Messias. Então, quando Jesus viu a tristeza escrita em seus rostos, Ele os ensinou sobre as escrituras e jantou com eles para ajudá-los a entender o que realmente significava ser o Messias da humanidade (Lucas 24).

Para Maria, ele confortou sua dor de coração partido ao falar com ela enquanto estava sozinha do lado de fora do túmulo. O relato é breve, contudo íntimo. “Não me toques” diz em João 20:17. Ela encontrou, como resultado, a confiança como mulher para correr aos discípulos para se tornar “um apóstolo para os apóstolos” — uma testemunha para as testemunhas. A lição: Ele conhece nossas necessidades, cada uma delas.

3. Finalmente, aprendemos que os cuidados, bênçãos e instruções para as primeiras testemunhas foram propositais.

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Coletivamente, eles se tornaram um manual para liderar o Reino de Deus na terra em Sua ausência.

Ao paramos para pensar sobre como o conteúdo de cada uma das aparições deve ter não só acalmado o trauma emocional cambaleante de perder o Homem que se tornou seu Messias prometido e tanto aguardado, também entendemos como cada uma das aparições também serve para aqueles de nós que também fazemos tentativas de ser Seus discípulos no século XXI.

Fonte: LDSLiving

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