A relação entre a Igreja de Jesus Cristo e a política

Estamos há poucas semanas de mais um turno de eleições em nosso país, e como membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, precisamos entender a diferença entre exercer nossos direitos como cidadãos e a relação entre a Igreja de Jesus Cristo e a política.

Em uma carta sobre a neutralidade política de A Igreja de Jesus Cristo, a Primeira Presidência esclarece que a Igreja não toma partido ou posição em apoio ou contra partidos políticos.

No site da Sala de Imprensa da Igreja, lemos:

“A missão da Igreja é pregar o evangelho de Jesus Cristo, não é eleger políticos. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias mantém-se neutra com relação a partidos políticos. Isso se aplica a todas as muitas nações nas quais está estabelecida.”

Com relação a atividade política e cívica de seus membros, a Igreja os incentiva a “estudar as questões e os candidatos políticos com muito cuidado e votar nas pessoas que agirão com integridade e bom senso.”

Somos ensinados que sempre devemos buscar revelação e agir sobre nossas decisões em espírito de oração. Sobre o espírito de revelação o Élder David A. Bednar ensinou:

“O espírito de revelação está à disposição de todo aquele que recebe, pela devida autoridade do sacerdócio.

Tal bênção não se restringe às autoridades presidentes da Igreja, mas pertence e deve produzir efeito na vida de todo homem, toda mulher e criança que atinge a idade da responsabilidade e faz convênios sagrados. O desejo sincero e a dignidade convidam o espírito de revelação a nossa vida.

Ao procurarem devidamente o espírito de revelação e o aplicarem, prometo-lhes que ‘[andarão] na luz do Senhor’”.

Ao buscarmos a orientação do Espírito, nossas decisões serão mais assertivas e sentiremos a influência do Senhor em nossas decisões seculares.

Acima de tudo, ao exercer nossos direitos como cidadãos devemos respeitar a opinião de nosso próximo.

Durante a última conferência geral, o Presidente Dallin H. Oaks, primeiro conselheiro na Primeira Presidência disse que mesmo em meio a toda raiva e ódio dentro do cenário político atual, como seguidores de Jesus Cristo, devemos “amar nossos inimigos”. Ele continuou:

“É possível obedecer às leis de nosso país e buscar melhorá-las, e também amar nossos adversários e inimigos.”

O apóstolo nos lembrou que apesar das diferenças entre os candidatos e suas propostas “devemos renunciar à raiva e ao ódio com os quais as escolhas políticas são debatidas ou declaradas em muitos ambientes”.

Apesar de sua neutralidade política, a Igreja sempre incentivou os membros da Igreja a participar e se envolver em processos políticos “de forma ordeira e clara”.

Como Santos dos Últimos Dias, podemos exercer nossos direitos como cidadãos nas próximas eleições ao buscar conhecer os candidatos e suas propostas, e assim votarmos alinhados com nossa consciência e princípios cristãos.

Fonte: Church News

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