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Vem e Segue-me – Lição 18 – “Eu sou o bom pastor” – João 7-10

Para apoiar o novo programa de aprendizado da Igreja – “Vem, e Segue-me” – estamos publicando semanalmente comentários sobre a lição designada. Neste ano somos convidados a estudar o Novo Testamento. Na lição de hoje (designação de 29 de abril a 5 de maio) estudaremos quatro capítulos do livro de João com ensinamentos preciosos para nossa vida.

Acesse a lição aqui.

Quem é Jesus Cristo?

Achei muito interessante no estudo dessa semana as diversas reações que o ministério de Cristo causava nas pessoas. Alguns o consideravam um falso profeta, um samarita, um endemoniado, outros estavam curiosos sobre seus sinais e ensinamentos – alguns o reconheciam como Messias, o Salvador esperado, o Deus de Abraão Isaque e Jacó.

As mesmas reações existem hoje. Ao considerar a vida e ensinamentos de Jesus Cristo muitos excluem sua divindade, alguns duvidam do relato das escrituras e outros apenas dão-lhe crédito como um mestre moral. Mas Jesus era muito mais que isso. Ele afirmou categoricamente que era o Grande Eu Sou.

Eu sou é a expressão que Jeová usou para Se identificar para Moisés, conforme registrado em Êxodo 3:14. Sendo assim, quando Jesus disse: “Eu sou”, deu-Se a reconhecer como Jeová, o Deus do Velho Testamento. Os judeus consideraram isso como blasfêmia e, de acordo com a lei de Moisés, a penalidade era a morte por apedrejamento.” (lição)

Quem é Jesus Cristo pra você? Ele é seu Bom Pastor? Você reconhece que Ele é quem te livra do mercenário e do mal? Você sabe que Ele visitou suas obras ovelhas, pois ama a todos? Se você sabe essas coisas, vive a altura deste conhecimento?

Um vídeo que fala um pouco sobre o Senhor é esse:

Quem não tiver pecados que atire a primeira pedra

Não é maravilhoso observar a misericórdia de Cristo quando uma mulher foi apanhada em adultério? Que grande lição: quem não tem pecado que atire a primeira pedra! O Elder Dieter F. Uchtdorf, da Primeira Presidência recomendou o seguinte como forma de autoavaliação para verificarmos se, às vezes, somos culpados de atirar pedras nos outros:

“Meus queridos irmãos e irmãs, considerem estas perguntas como [uma autoavaliação]:

Você guarda ressentimento de alguém?

Você fala da vida dos outros, mesmo que [o que diz seja verdade]?

Você exclui, afasta ou castiga outras pessoas por algo que tenham feito?

Você inveja alguém secretamente?

Deseja causar mal a alguém?

Se você respondeu sim a uma dessas perguntas, [sugiro que aplique] o sermão de duas palavras que preguei antes: Pare já!

Em um mundo pleno de acusação e inimizade, é fácil [apanhar] pedras e atirá-las. Mas, antes, lembremo-nos das palavras Daquele que é nosso Mestre e modelo: ‘Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra (…)’.

Irmãos e irmãs, vamos abandonar nossas pedras” (“Os Misericordiosos Obterão Misericórdia”, A Liahona, maio de 2012, p. 76).

Um cego de nascença é curado

Em João 9 lemos a história da cura de um cego de nascença. Essa história é uma de minhas favoritas das escrituras. Vejo a fé do homem cego progredindo aos poucos – sua maior bênção não foi começar a enxergar fisicamente – mas a reconhecer e adorar o verdadeiro Messias. Ele enfrentou oposição dos líderes dos judeus e sua família foi colocado em perigo, mas ele teve coragem, enfrentou os instruídos  e creu naquele que o havia salvado.

Todos nós somos, de alguma maneira, como esse cego. Precisamos do toque da mão do mestre para vermos e sermos salvos. Se permitirmos, Ele vai nos tocar e nos fazer ver coisas que não são visíveis ao olho natural.

A história do cego de nascença é retratada de maneira muito especial na série de vídeos produzidos pela Igreja sobre a vida de Jesus Cristo. Você pode assistir o vídeo, com mais de um milhão de visualizações, aqui:

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