Por que acreditamos na liberdade religiosa?

Muito provavelmente você já viu missionários de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias andando por aí. Talvez alguns deles já pararam você na rua ou já bateram na sua porta. E pode ser também que eles foram até um pouco insistentes demais, tanto que você deve ter pensado algo como “minha nossa, por que esses missionários querem tanto falar comigo?”

A resposta para tanta insistência é porque nós sabemos que as coisas que sabemos podem ajudar todas as pessoas do mundo.

Colocar em prática os ensinamentos de Jesus em nossas vidas traz paz, alegria, luz e força todos os dias. Então é por isso que os missionários querem tanto falar com você. Eles querem que você sinta todas as coisas boas que Deus tem preparado para a sua vida.

O Presidente Ezra Taft Benson ensinou:

“Somos ordenados por Deus a levar este evangelho para todo o mundo. Essa é a causa que nos deve unir hoje. Somente o evangelho salvará o mundo da calamidade de sua autodestruição. Somente o evangelho unirá os homens de todas as raças e nacionalidades em paz. Somente o evangelho trará alegria, felicidade e salvação para a humanidade” (The Teachings of Ezra Taft Benson, 1988, p. 167).

Liberdade religiosa

Mas ao mesmo tempo que queremos compartilhar o evangelho de Jesus Cristo, nós respeitamos suas crenças.

Conforme diz a 11ª Regra de Fé:

Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde, ou o que desejarem.

Sabemos que nem sempre as pessoas concordarão com a gente, ou que aceitarão o que compartilharmos com elas. E tudo bem, porque também acreditamos que cada pessoa pode adorar a Deus ou outras coisas da maneira que acham melhor.

Sobre a liberdade religiosa, o Presidente Dallin H. Oaks disse:

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, afirma os seguintes princípios com base nos ensinamentos de Jesus Cristo e na justiça para todos, inclusive às pessoas de fé:

Reivindicamos para todas as pessoas o direito concedido por Deus e garantido pela constituição de exercerem sua religião, de acordo com os ditames de sua própria consciência, sem prejudicarem a saúde ou a segurança dos outros.

Reconhecemos que a mesma liberdade de consciência deve se aplicar a homens e mulheres do mundo inteiro, para que sigam a fé religiosa de sua escolha, ou nenhuma, se assim o desejarem.

Cremos que devem ser elaboradas leis que visem alcançar um equilíbrio na proteção da liberdade de todas as pessoas, respeitando as que têm valores diferentes.
Rejeitamos a perseguição e a retaliação de qualquer espécie, inclusive a perseguição com base em raça, origem étnica, crenças religiosas, situação econômica ou diferenças de sexo ou de orientação sexual.

Acreditamos no respeito

Respeitamos as crenças, decisões e escolhas das pessoas de todo o mundo. E também, acreditamos que as pessoas devem respeitar umas às outras.

Isso parte do princípio ensinado por nosso Mestre Jesus Cristo. Em Marcos 12 diz:

28 E aproximando-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?

29 E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.

30 Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.

31 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.

Amar ao próximo como nós nos amamos reflete no respeito que temos por nosso próximo, já que esperamos ser respeitados também.

O Presidente Oaks disse:

“O plano de salvação do Pai, que conhecemos por revelação profética, coloca-nos em uma situação mortal em que devemos guardar Seus mandamentos. Isso inclui amar nosso próximo de diferentes culturas e crenças como Ele nos ama. Como ensinou um profeta do Livro de Mórmon, devemos prosseguir, tendo “amor a Deus e a todos os homens” (2 Néfi 31:20).

Como Santos dos Últimos Dias, seguimos os ensinamentos do Salvador Jesus Cristo. Compartilhamos o que sabemos que pode fazer bem para as pessoas e buscamos respeitar todo mundo.

Esperamos que todas as pessoas se unam a nós um dia, mas se isso não acontecer, saiba que continuamos amigos, pois acima de tudo todos nós somos irmãos e irmãs, somos todos filhos de Deus.

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