Elder John Groberg conta uma história milagrosa sobre seguir o Espírito Santo

O seguinte é um trecho do livro Fogo da Fé do Elder John H. Groberg, que detalha suas experiências de quando serviu como presidente de missão em Tonga. Durante seu tempo de serviço, Elder Groberg ajudou a planejar uma celebração de aniversário para os santos em Tonga e prometeu aos missionários que, até o aniversário, 500 pessoas seriam batizadas na Igreja em um mês. O número parecia impossível. Em 1966, o número total de membros batizados na Igreja durante todo o ano foi de 604. Em 1967, o número subiu para 833, mas Elder Groberg entendeu que o Senhor estava fazendo milagres para avançar Sua obra em Tonga. Abaixo está um dos milagres que ajudaram a trazer 507 pessoas para a Igreja em um mês em Tonga.

Uma dupla de missionários tinha uma data batismal marcada com uma menina de 18 anos, que tinha permissão de seus pais para ser batizada. Quando os missionários foram confirmar a data, de repente e inexplicavelmente ela mudou de ideia. Os pais dela ainda estavam de acordo, mas por alguma razão, ela não queria ser batizada.

Compreensivelmente, os missionários ficaram abalados. Ao saírem de casa desanimados naquele dia, eles se lembraram do desafio do presidente da missão para confirmar e verificar seus antigos contatos, mesmo aqueles que tinham dito ‘não’ antes. De repente, o nome de outra menina de 18 anos lhes veio à mente. Mas isso era uma bobagem, eles pensaram. Seu pai era duro e tinha recusado a dar permissão para que ela fosse batizada. Da última vez que foram para lá, o pai os ameaçou com um facão e disse para que nunca mais voltassem lá. Mesmo assim, eles sentiram que precisavam ir àquela casa outra vez. “Estamos prontos para batizar alguém”, pensaram eles. “Por que não ela? Vamos ver.”

Naquele mesmo momento, a menina sentiu que deveria pedir permissão novamente ao seu pai para ser batizada. Ele ficou bravo e bateu nela várias vezes, derrubando-a no chão. “Agora vai me pedir de novo?” disse, olhando para ela.

“Sim, pai, vou continuar a pedir até que você dê permissão, pois sei que a Igreja é verdadeira!”

“Ha”, disse o Pai, “eu afugentei os missionários para longe daqui tantas vezes que eles nunca mais voltarão. Mas vou lhe dar um teste para ver se a sua igreja é verdadeira. Se a próxima pessoa que passar pelo nosso portão for um missionário mórmon e me pedir novamente para deixar você ser batizada, então você pode ser batizada. E se não, então a Igreja não é verdadeira e nunca darei a minha permissão para que você seja batizada.”

Enquanto a jovem orava, os missionários, temendo e tremendo, mas motivados pelo Espírito, se aproximaram da casa. Superando seu medo, eles corajosamente abriram a porta e com toda a força do Espírito, disseram: “Sr. Aholelei, viemos pedir que você permita que sua filha seja batizada, pois ela sabe que a Igreja é verdadeira, assim como nós.”

Neste momento, o pai que caiu tremendo no chão. A jovem levantou-se, e olhando para baixo com compaixão ela explicou: “Veja, pai, é verdade. Vou me trocar agora para o meu batismo. Você vem comigo?

Numa voz embargada o pai conseguiu dizer: “Vai depressa. Sou um homem mau. Talvez o Senhor me abençoe e tenha piedade de mim através de você. Rápido, vá e seja batizada.”

Assim que o batismo acabou, a primeira menina veio correndo. “Por favor, me deixe ser batizada. Sempre quis ser batizada. Acredito que a Igreja é verdadeira. Não sei por que falei aquilo no outro dia. Vocês me perdoam e me deixam ser batizada?

Os missionários estavam calados, mas depois do segundo batismo e testemunhando a alegria naqueles dois rostos eles sabiam o que tinha acontecido.

Fonte: LDS Living

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